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Eterna Juventude

 

 

A prova da possibilidade dessa realidade nos foi transmitida pelo resultado da observação do fisiologista francês Dr. Alexis Carrel, que conseguiu manter com vida, por 28 anos, uma cultura de células cardíacas de um embrião de galinha. E como? Conservando-as banhadas em um fluido ligeiramente alcalino.

Conclui-se, pois, que se a eterna juventude celular depende basicamente da adequada alcalinização dos líquidos ao seu redor, qualquer atitude mental, alimento ou o que quer que seja que gere resíduos ácidos ou radicais livres, tem que ser reconhecido e tratado como o verdadeiro vilão, que é do envelhecimento.

 

ÁCIDO x ALCALINO

 

Quando optamos pela preservação, prevenção e revitalização da saúde física, equilíbrio emocional e potência mental com o objetivo de usufruirmos o máximo da nossa condição humana, é fundamental que nos conscientizemos de que, por mais impossível que possa parecer, tudo isso depende, diretamente, da qualidade de vida de nossas células – a qual, por sua vez, reflete a diferença do potencial de hidrogênio (pH) entre os líquidos intra e extra celulares.

Classifica-se como alcalina qualquer substância composta por moléculas que tenham excesso de elétrons (em relação aos prótons), ou qualquer movimento físico, atitude mental e emoção/sentimento cujo resultado metabólico disponibilize um superávit de elétrons, armazenados no organismo como resíduos alcalinos.

Ácidos são todos os compostos com excesso de prótons, ou ainda qualquer coisa absorvida ou vivenciada que traga um excedente de carga elétrica positiva (sempre carente de estabilidade) para o organismo. Por exemplo, a origem das reações oxidantes promovidas pelos radicais livres, que resultam na proliferação de resíduos ácidos.

 

A VIDA CELULAR

 

A qualidade de vida de uma célula está diretamente relacionada à diferença de potencial entre os líquidos intra e extracelulares. É essa diferença que faz com que a célula pulse, viva! O líquido interno precisa conservar uma carga ligeiramente positiva, isto é, com o pH ácido. O líquido extracelular, no qual a célula está mergulhada, por outro lado, tem que ser mantido negativamente polarizado, isto é, com o pH ligeiramente alcalino.

Qualquer diminuição na diferença entre as cargas bioelétricas desses dois líquidos refletir-se-á na desaceleração da pulsação celular. E células desvitalizadas são sinônimo de células envelhecidas. O mecanismo mais comum para que isso ocorra

é a acidificação dos líquidos extracelulares, que variam rapidamente de acordo com o que acabamos de ingerir. Açúcar e farinha branca, frituras em óleos ranços, alimentos aditivados pelo progresso industrial, bebidas gasosas etc., enfim, tudo aquilo que já conhecemos como alimentos de natureza bioestática e biocida, são os grandes protagonistas desse quadro onde as células mortas, igualmente acidificantes, só tendem a acelerar ainda mais o processo do envelhecimento. Pelo tempo que esse ciclo vicioso estiver em vigor, o organismo manter-se-á sob padrões de degenerescência orgânica.

 

MINERAIS & EMOÇÕES

 

Os minerais são os mais potentes ionizadores dos nossos líquidos corpóreos, onde funcionam como marca-passos para a manutenção da pulsação celular.

Cálcio, zinco, ferro, magnésio, sódio, potássio e manganês são fortes alcalinizantes e atuam como elementos energizantes e neutralizadores, com uma boa carga negativa pronta a ser liberada.

Fósforo, súlfur (enxofre), cloro, iodo, bromo, flúor, cobre e sílica são poderosos acidificantes, com excesso de íons positivos indispensáveis à otimização dos líquidos da saliva bucal, do ácido clorídrico estomacal, do ácido docosahexaenóico (DHA) cerebral etc., assim como para o perfeito desempenho das funções dos líquidos intra-celulares.

Semelhantes aos minerais, as emoções, os sentimentos, a agilização ou quietude mental ou física, também têm potencial para alcalinizar ou acidificar partes do organismo em questão de frações de segundos.

Os problemas aparecem quando entramos na ciranda da simpaticotonia, que sempre funciona nos dois sentidos, do estresse tendendo a acidificar o sangue, e da acidificação do sangue gerando o estresse. As glândulas, hipersensíveis às variações do pH, estão sempre espelhando as variações iônicas por meio da liberação de hormônios que, por sua vez, condicionam o humor, as emoções, os sentimentos etc., que dão o tom à vida, voltando a interagir com o próprio campo eletromagnético que os gerou.

Um organismo acidificado tende a manifestar sentimentos, emoções e reações ?ácidas?. O estresse, a raiva, a inveja, a ansiedade, o ciúme, os julgamentos, os exercícios extenuantes, as competições, o calor, a secura etc., também induzem à acidificação do organismo em questão de segundos. Do mesmo modo, é comum ao organismo devidamente alcalinizado compartilhar freqüências, sentimentos e emoções prazerosos, enquanto que um estado meditativo ou de oração, a vivência do amor, do bem, do belo, da verdade, do prazer, da compaixão, do yoga, do frio, da umidade etc., são ?alimentos? de grande potencial alcalinizante.

 

O ÁCIDO CLORÍDRICO

 

O ácido clorídrico (HCl) é o único ácido forte produzido pelo próprio organismo em condições normais. Protagonista número um do início de uma boa digestão, é por meio da sua propriedade extremamente corrosiva que o bolo alimentar recebe o seu último cozimento, no qual qualquer microorganismo é extinto e qualquer incompatibilidade alimentar é equalizada. Se ele falhar, todo o processo digestivo fica comprometido. Apesar de se dizer que a partir dos 25 anos o ácido clorídrico começa a enfraquecer, sua deficiência já está sendo detectada em inúmeros indivíduos mais jovens, muito provavelmente em decorrência da qualidade da alimentação moderna. Todos os outros ácidos encontrados no organismo são frutos do metabolismo do que ingerimos (alimentos, fumo, drogas, medicamentos etc.), do estresse (muscular, emocional, mental etc.) ou ainda da energia que nos é transmitida do meio ambiente (zonas geopáticas, radiação, poluição etc.).

 

SISTEMAS TAMPÃO

 

Para que o pH do sangue seja mantido dentro dos seus limites, contamos com inúmeros sistemas de proteção conhecidos como sistemas tampão – mecanismo pelo qual o organismo consegue absorver ou neutralizar os resíduos ácidos que a corrente sangüínea não tem mais condição de acumular, e que os pulmões ou os rins, por incapacidade ou sobrecarga, encontram-se sem condições de eliminar.

Quando utilizamos os tecidos conjuntivos como ?esponjas metabólicas?, o lixo ácido é acumulado ao nível do colágeno. E se esse padrão não for interrompido, a estrutura coloidal dos tecidos tende a se transformar num gel cada vez mais espesso, que acaba se solidificando e provocando deformações estruturais.

Para neutralizar uma acidez do pH sangüíneo, o organismo tende a utilizar-se do fosfato de cálcio sob a forma mineral da hidroxiapatite, poderoso alcalinizante que estocamos em abundância nos ossos. Este, quando em meio ácido, se dissolve rapidamente e deságua na corrente sanguínea até que o pH do sangue volte ao normal. Assim, em detrimento da densidade óssea, a possibilidade de um colapso metabólico é neutralizada.

Pelo que acaba de ser exposto, e pelo que ainda virá a ser dito, urge que seja amplamente divulgada, como um serviço educacional de saúde pública, a informação de que a acidez da corrente sanguínea com todas as suas consequências patológicas não é castigo de Deus, nem tampouco um jogo de sorte ou azar. Ela é simplesmente o reflexo da qualidade dos alimentos ingeridos, da inter-relação do organismo com o meio ambiente que frequenta e das atitudes mentais geradas pelo Ser.

 

A ACIDIFICAÇÃO DO ORGANISMO

 

Rins e pulmões são os mais importantes portais de eliminação do lixo ácido. Os ácidos voláteis ou fracos, oriundos do metabolismo das proteínas de origem vegetal, são mais fáceis de serem normalmente eliminados pelos pulmões. Entretanto, a eliminação dos ácidos fortes, derivados do metabolismo das proteínas animais e elementos químicos, é restringida pelas limitações dos rins.

Desde que os ácidos sejam passíveis de ser naturalmente eliminados, a boa saúde do organismo não está ameaçada. Mas, se começamos a somar a ausência de vitaminas e sais minerais, dos quais depende a eficácia das enzimas digestivas e do ácido clorídrico, ao excesso de consumo de proteínas, logo começaremos a viver nos limites do perigo. E se a esse quadro adicionarmos uma corrente sanguínea constantemente sobrecarregada de resíduos ácidos, e mais rins e pulmões inadimplentes, aí sim, passamos a conviver com processos de degenerescência gritantes.

No caso de um excesso de proteínas animais vir a acionar o sistema tampão dos tecidos conjuntivos, os resíduos ácidos resultantes do seu metabolismo irão se fixar ao nível do colágeno, proteína responsável pela sustentação, respiração, nutrição e hidratação de todas as células e tecidos do corpo. E aí aguardarão até que a corrente sanguínea volte a se alcalinizar, ao trocar seu processo de acidificação diurna, resultante dos mecanismos de assimilação e estocagem, pelo de eliminação e revitalização noturna, para alcançarem os rins e serem eliminados.

Apesar de ser fácil e bastante comum a medição do pH da urina e da saliva, o resultado desses exames nos revela unicamente a quantidade do lixo ácido flutuante naquele determinado momento. Por isso, é comum que pessoas que sofrem dos mais diferentes tipos de dor ou mal estar recebam laudos laboratoriais atestando um estado de saúde perfeito ou quase perfeito.

Na ausência de uma metodologia científica adequada, só dispomos de uma lista de sintomas já relacionados ao excesso de acidez, além de também podermos ter certeza da sua presença sempre que temos febre, uma dor ou uma inflamação localizada.

 

PATOLOGIAS E DISFUNÇÕES ÁCIDAS

 

As origens das patologias e dos desequilíbrios abaixo relacionadas podem ser múltiplas, porém todos apresentam como denominador comum um alto grau de acidez.

 

Acne

Alergia

Artrite

Asma cardíaca

Bronquite crônica

Cãibra

Cáries

Diabetes

Disfunções hepato-vesiculares

Disfunções renais e urinárias

Dores musculares

Eczemas secos

Enxaquecas

Espasmos

Estado de espírito agitado

Exaustão

Fadiga matinal

Fibromialgia

Fome excessiva

Fraqueza

Gases

Gases

Gastrite

Gengivite

Gota

Hiperglicemia diabética

Hipertireoidismo

Infecções em geral

Infertilidade

Inflamação péptica

Leucemia

Leucorréia

Língua carregada de mucos

(principalmente na parte posterior)

Lombalgia

Mãos úmidas e frias

Mau hálito

Mau humor

Osteoporose

Paradontose

Pele grossa (principalmente no rosto)

Perturbação do apetite

Perturbação do sono (principalmente entre 1 e 3 horas da manhã)

Prisão de Ventre

Problemas articulares

Problemas cardiovasculares

Problemas da menopausa

Problemas de concentração

Problemas de gravidez

Problemas de memória

Problemas de microcirculação (hipotenia)

Problemas nos músculos,

tendões e ligamentos

Queda de cabelos

Raiva

Reumatismo

Sensação de estômago cheio

Síndrome do pânico

Suores excessivos

Tensão pré-menstrual

Tensões musculares

Transpiração nos pés

Úlceras gástricas e duodenais.

 

ALIMENTOS ACIDIFICANTES

 

Os alimentos acidificantes são aqueles que, por produzirem fortes ácidos, vão sempre se utilizar das reservas alcalinas do organismo, sobretudo na ausência de enzimas próprias ao metabolismo do alimento, ou de reservas alcalinas oriundas de outros alimentos e/ou suplementos alcalinizantes.

Apesar dos alimentos proteicos serem os primeiros apontados como poderosos acidificantes, com exceção do painço, trigo sarraceno ou mourisco, amaranto, quinoa e dos grãos germinados, a maioria dos cereais, integrais ou não, também acidificam o organismo.

Generalizando, os proteicos nutrem a forma, enquanto os carboidratos complexos sob a forma dos cereais (cuja forma ainda não tenha sido desintegrada até a hora do seu preparo) e as sementes nutrem o sistema nervoso e a memória genética. Portanto, a questão que se impõe não é a de abandoná-los, mas de aprender a manipulá-los e escolhê-los segundo a compatibilidade (constituição, condição, atividade, localização geográfica, estação do ano etc.) de cada Ser, assim como de neutralizar essa acidez com frutas e vegetais, levando igualmente em consideração tudo que acaba de ser citado.

 

A acidez das leguminosas e cereais, por exemplo, é amenizada quando são deixados de molho em água a fermentar. No caso particular do arroz e trigo integrais é fundamental que a enzima fitasse tenha tempo de ser induzida à ação e metabolize o ácido fático, que se concentra na película externa, e é um dos maiores ladrões dos minerais alcalinos, ou seja, cálcio, zinco, ferro e magnésio.

A influência do meio ambiente não deve ser negligenciada, porque assim como os climas quentes e secos induzem a uma acidificação orgânica, os climas frios e úmidos alcalinizam. Essa é uma das razões mais importantes para que comamos as frutas e os vegetais da estação e adaptemos o modo de cozimento também à fenomenologia não só da estação como também do dia: frio ou quente; úmido ou seco; com muito vento ou sem brisa alguma, etc.

 

Nos climas quentes e secos, por exemplo, o organismo tende naturalmente a acidificar-se. Por isso, a predominância de alimentos alcalinos – mais aquosos, refrescantes e de digestão mais leve e rápida – colabora com a manutenção do equilíbrio homeostático do organismo. Assim, quem vive em zonas extremamente quentes e áridas, como o deserto, necessita cerca de 95% de alimentos alcalinizantes e mais aquosos.

Os climas frios e úmidos induzem à alcalinização natural do organismo. Assim, os alimentos mais ácidos, mais secos e de digestão mais lenta (como as oleaginosas, as sementes e as carnes) são os que melhor promoverão o seu aquecimento e o seu equilíbrio hídrico. Por isso, para os esquimós, a alimentação à base de carne de peixe gordurosa realmente é a dieta ideal.

O que não se pode nunca esquecer é que veneno é uma simples questão de quantidade e de incompatibilidade com o meio ambiente ou com a capacidade metabólica de cada individuo. Por isso, quando o meio ambiente se apresenta com muita turbulência, como no caso de ventanias, muita chuva, trovões etc., deve-se comer o menos possível, para que a energia necessária ao reequilíbrio homeostático não seja desviada para o processo da digestão, do contrário nenhum dos dois objetivos será satisfatoriamente alcançado.

Os laticínios obtidos com cuidados biológicos, e não pasteurizados, produzem cetonas e uréia, ácidos com fraco poder de acidificação. Esses mesmos laticínios, quando submetidos a um processo de lacto-fermentação natural (iogurte, coalhada…) tornam-se alcalinizantes.

Já laticínios produzidos por uma agropecuária que se utiliza de produtos químicos, ou que tenham sofrido pasteurização (eliminação das enzimas responsáveis pelo seu processo de decomposição natural), são altamente acidificantes e, portanto, poderosos promotores da osteoporose, das cáries, da artrite e de todas as mazelas que o acúmulo de lixo ácido no organismo é capaz de promover. Isso porque a pasteurização, além de destruir as enzimas, também destrói a vitamina C e a biovitalidade do alimento. Além do mais, modificando a estrutura das moléculas protéicas, a pasteurização torna esses alimentos totalmente indigestos.

Alimentos ricos em alcalóides, como café, chá e chocolate, também são ricos em purinas e, portanto, acidificantes. Diferentemente dos humanos, os animais carnívoros têm, por natureza, a enzima úrica que os protege da sobrecarga do ácido úrico, causa de tantos reumatismos gotosos, das litíases renais etc.

De modo semelhante ao açúcar, são igualmente acidificantes todas as gorduras e óleos: hidrogenados (cuidado com as margarinas ou qualquer outra gordura hidrogenada hoje embutida em todos os alimentos derivados da indústria alimentícia), refinados, sintéticos, todos os ?trans? e tudo que seja oposto aos óleos vegetais extra-virgens, resultantes da primeira extração a frio.

 

São também acidificantes todos os alimentos velhos ou que:

- Não concluíram o ciclo de maturação no próprio pé.

- Foram gerados por sementes manipuladas ou transgênicas.

- Oriundos de uma agricultura não biológica.

- Tenham tido suas moléculas estouradas pelo congelamento.

- Tenham sido desnaturados, artificialmente enriquecidos, submetidos a irradiação, expostos a campos eletromagnéticos, etc. – em graus diferenciados.

 

ALIMENTOS ALCALINIZANTES

 

Para que um alimento seja considerado alcalinizante ele tem que ter uma boa quantidade de sais minerais e oligo-elementos alcalinos, e gerar ácidos orgânicos fracos.

Nossa fonte mais rica em sais minerais e oligo-elementos é o oceano. No final do século passado, ao mesmo tempo em que Pasteur descobria como matar os microrganismos patogênicos, René Quinton descobria que os nossos líquidos corpóreos, apesar de bastante mais diluídos, nada mais são do que uma réplica das águas oceânicas de biocenose e que enquanto assim se mantiverem, não há biótico patogênico que neles consiga sobreviver ou célula que não consiga se manter permanentemente jovem e vitalizada, como foi o caso da célula do embrião de galinha, mantida viva por 28 anos.

Só os alimentos que vêm do mar têm condição de aportar toda a gama de sais minerais necessários à manutenção da saúde dos nossos líquidos intra e extracelular, cuja importância já foi descrita. Assim, tanto o sal marinho natural (não confundir com o sal refinado, que não passa de puro cloreto de sódio iodado, uma aberração alcalina) como os sais de rocha (sedimentos marinhos), as algas marinhas e o plasma marinho, cuidadosamente extraído das águas ressurgentes nos vórtices dos oceânicos (igualmente rico em zooplânctons e fitoplânctons, além de micro cadeias de carbono que os estudiosos dizem ter o poder de ativar a memória do nosso DNA), são os alimentos mais completos em elementos alcalinos.

Se formos generalizar, as frutas, as verduras e os legumes seriam todos alimentos alcalinizantes, cujas duas maiores riquezas são: sais minerais já ionizados e moléculas vivas de água – na medida que sejam mantidos na sua forma original até a hora de serem preparados para consumo, já que a carga elétrica de suas moléculas depende do campo eletromagnético no qual se encontra inserido, e este depende da forma do alimento como campo gravitacional.

A saúde do corpo depende da higiene alimentar, pois é nos intestinos que a grande maioria das doenças floresce. Entretanto, devido à baixa qualidade dos alimentos atuais e à vida muito estressante (leia-se acidificante) que levamos, uma alimentação com maior percentagem de frutas e verduras da mais alta qualidade e a suplementação com água alcalina, não pode mais ser negligenciada nem classificada como supérflua, sobretudo quando sabemos que a acidificação do organismo extrapola a saúde física e atinge as esferas do bem-estar emocional e da sanidade mental.

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